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Desde que chegou ao Palmeiras, o colômbiano Yerry Mina teve um mesmo parceiro de zaga: Vitor Hugo. Com a defesa ‘Vitamina’ a cada jogo mais entrosada, o beque estrangeiro é só alegria. Depois de marcar o primeiro gol da vitória alviverde sobre o São Paulo, no Allianz, fez questão de agradecer ao parceiro e ao restante do elenco. Irreverente, Mina explicou que as danças em suas comemorações tratam-se de um costume colombiano.
– Vitor é uma grande pessoa, um grande companheiro. Uma pessoa muito legal, aprendo muito com ele, porque está sempre concentrado, sempre falando. Pouco a pouco vamos nos conhecendo mais. Sou grato a Deus por compartilhar esses momentos nesse grande clube. Estou feliz com o grupo, eles que fizeram com que me adaptasse ao time. Sobre a dança, é minha maneira de expressar minha alegria. Espero que venham outros- disse.
Mais do que parceiros de defesa, Vitor Hugo e Mina são parceiros de ataque no Palmeiras. Afinal, a dupla foi a responsável pela vitória no clássico desta quarta-feira. Com quase 2 metros de altura, o colombiano explicou que já consegue se comunicar com o camisa 4 apenas no olhar.
– Sempre combino com Vitor Hugo quem vai primeiro na bola, quem vai atacar antes. Às vezes, só olhando já sabemos o que fazer no ataque. Pela estatura, acaba sendo algo muito bom mesmo – completou.
Com cinco jogos pelo Palmeiras, quatro pelo Campeonato Brasileiro e um pela Copa do Brasil, Mina não estará à disposição para o confronto contra o Grêmio, pois recebeu o terceiro cartão amarelo e está suspenso. Em campo, certo é que o time não terá dançinhas, mas, de acordo com o colombiano, dará conta do recado.
– Os colombianos têm no sangue o gosto pela dança, ela sempre está, assim como a música. Nos expressamos assim. De onde venho, sempre tratamos de expressar a alegria ‘bailando’. Pessoalmente, acho que as coisas sairão da melhor maneira possível contra o Grêmio. Temos um grupo muito bom e sabemos disso – explicou, e completou:
– Na Colômbia, sempre pensei em estar em um grande clube como esse. Sempre penso no melhor possível. A lesão foi complicada, porque estava bem. Os companheiros me acolheram, me uniram ao grupo, agradecido a Deus por isso. Sempre penso em fazer gols e sair zerado de campo. Estamos no caminho largo, difícil, pela quantidade de equipes que existem.
continua após a publicidadeRelacionadasPalmeirasDudu brinca com ‘cheirinho de hepta’: ‘Está mais para a gente o cheiro’Palmeiras08/09/2016PalmeirasCuca agradece fisioterapia, Mattos e Nobre por poder usar Moisés e JesusPalmeiras08/09/2016PalmeirasEm treino de reservas do Palmeiras, Lucas Barrios participa de coletivoPalmeiras08/09/2016
CONFIRA OUTROS TRECHOS DA ENTREVISTA:
ESTÁ BEM FISICAMENTE?
“Estou bem, entrando na melhor forma possível. Sempre fico uma hora depois do treino fazendo reforço muscular, muitas vezes com Lucas Barrios”.
SEQUÊNCIA DIFÍCIL:
“Vãos ser jogos complicados, porque são equipes grandes. São finais que nos temos que jogar. Temos em conta também a equipe que temos. Estudamos os rivais, agora é tratar de estar concentrado”.